No início de agosto de 1914, Adrien, um jovem engenheiro com patente de tenente, fez um reconhecimento a cavalo. Uma granada explodiu e arrancou a parte inferior de seu rosto. Foi no hospital militar Val-de-Grâce, em Paris, que viveu a guerra, na sala dos oficiais. Uma sala separada reservada para oficiais horrivelmente desfigurados pelos ferimentos. Um covil de dor onde cada um se vê nos olhos do outro. Cinco anos de espera fazendo amizades com seus companheiros de infortúnio. Cinco anos de “reconstrução”, para se preparar para o futuro, para a vida com a cara quebrada.

Adrien
Henri
Pierre
Anaïs
le chirurgien
Marguerite
Clémence
Alain
le ministre
Louis
la mère d'Adrien
le grand-père d'Adrien